Público (PT)
A eleição de Bruno Borralhinho resultou de um extensivo processo público de seleção, conduzido ao longo de vários meses e com mais de 60 candidatos, numa das principais instituições culturais da região de Erzgebirge, com uma tradição artística com 125 anos. A decisão final coube à orquestra, que elegeu o maestro português com vasta maioria. Entre as suas futuras responsabilidades estão a programação e direção musical da temporada sinfónica, várias produções de ópera, iniciativas de caráter educativo e diversos projetos especiais.
RTP: Maestro Bruno Borralhinho nomeado diretor musical de teatro e orquestra na Alemanha
Sob o mote dos “amores proibidos”, o festival Operafest apresenta a estreia nacional da ópera Julie – obra-prima do século XXI, do compositor belga Philippe de Boesmans, a partir de texto clássico dramático de Strindberg. Bruno Borralhinho assume a direção musical do Beyra - Ensemble Instrumental da Beira Interior, a direção de cena estará a cabo de Daniela Kerck.
Culturgest / Operafest
As récitas terão lugar nos dias 7 de fevereiro em Faro, 22 de fevereiro em Vila Real e 1 de março nas Caldas da Rainha e contarão com um excelente elenco de solistas, com a Orquestra Sinfónica Portuguesa e com o Coro do Teatro Nacional de São Carlos. A encenação e coreografia estarão a cargo de Mário João Alves.
Teatro Nacional de São Carlos
Bruno Borralhinho assume a Direção Artística do novo Concurso Internacional de Música Júlio Cardona, organizado pela Câmara Municipal da Covilhã. A primeira edição terá lugar de 25 a 28 de junho de 2025, e contará com um prestigiado júri internacional. As categorias a concurso serão violino, flauta e piano.
CIMJC
Bruno Borralhinho dirige a Guiyang Symphony Orchestra em março de 2025, naquela que será a sua estreia como maestro de uma orquestra chinesa. O concerto terá lugar no Grand Theatre de Guyiang e inclui a Sinfonia n. 3 Heróica de Ludwig van Beethoven, o Capriccio Espagnol de Nikolai Rimsky-Korsakov e um Concerto para piano e orquestra de Wolfgang Amadeus Mozart com o solista chinês Jian Li.
Bruno Borralhinho dirige uma nova produção da obra-prima de Mozart Don Giovanni e ainda uma Gala com excertos de La Traviata, Carmen, Rigoletto, Cavalleria Rusticana e outros clássicos operáticos, no Festival de Ópera de Óbidos. O elenco artístico inclui alguns dos mais destacados cantores portugueses, o encenador Jorge Balça e a Orquestra Filarmónica Portuguesa.
Festival de Ópera de Óbidos
Bruno Borralhinho estreia-se à frente da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música no próximo dia 7 de julho, na Sala Suggia. O programa inclui a Sinfonia n. 5 de Prokofiev, o Concerto para Violoncelo e Orquestra n. 2 de Shostakovich (solista: Konstanze Pietschmann) e a Suite Rústica de Fernando Lopes-Graça.
Entrevista / Casa da Música
O selo discográfico Naxos lança em junho de 2022 um novo CD inteiramente dedicado ao compositor português Fernando Lopes-Graça com a Orquestra Sinfónica Portuguesa dirigida por Bruno Borralhinho. Este novo trabalho discográfico inclui a primeira gravação absoluta dos Cinco Velhos Romances Portugueses.
Naxos
Bruno Borralhinho dirige L'heure espagnole de M. Ravel e El sobrero de tres picos de M. de Falla no Centro de Cultural de Belém, uma produção encenada por Jorge Balça que contará com a participação de alguns dos mais destacados cantores portugueses da atualidade e da Companhia Portuguesa de Bailado Contemporâneo.
A prestigiada editora lançou recentemente as versões para orquestra das obras "Souvenir de Florence" de Tchaikovsky, "Italienische Serade" de H. Wolf e as versões para orquestra de câmara das obras "El sombrero de tres picos" de M. de Falla e "Suite aus Le Bourgeois gentilhomme" de Lully, todas da autoria de Bruno Borralhinho. Recorde-se que a mesma editora já tinha publicado outros arranjos de Borralhinho de obras de Mozart, Grieg, Albéniz e Mahler.
Edition Kunzelmann - Bruno Borralhinho
Tema & Variações é o título da coluna mensal e bilíngue da autoria de Bruno Borralhinho na revista musical Da Capo. Dedicada a assuntos do mundo musical de "abundante subjetividade e, por vezes, pouco isentos de polémica", tem como público-alvo os próprios músicos, mas também os melómanos em geral e conta com participações exclusivas de personalidades tão ilustres como Antônio Meneses, Emmanuel Pahud, Ton Koopman, Norman Lebrecht, Tabea Zimmermann, Barbara Hannigan, Alina Pogostkina, Sofia Gubaidulina, Jordi Savall ou René Pape:
n. 1 Mar/21 | n. 2 Abr/21 | n. 3 Mai/21 | n. 4 Jun/21 | n. 5 Jul/21 | n. 6 Ago/21 | n. 7 Set/21 | n. 8 Out/21 | n. 9 Nov/21 | n. 10 Dez/21 | n. 11 Jan/22 | n. 12 Fev/22 | n. 13 Mar/22
A partir da observação de casos concretos de instituições, pessoas ou acontecimentos considerados representativos e exemplares da dinâmica interrelacional, o livro Poder y Música Clásica en el Portugal del siglo XX realiza uma contextualização do setor musical nos diferentes âmbitos históricos e políticos em Portugal ao longo do século passado. Escrito em espanhol e disponível em formato físico ou ebook, o novo livro de Bruno Borralhinho é considerado pelo musicólogo e autor Mário Vieira de Carvalho "doravante uma referência incontornável".
ComprarBruno Borralhinho é Diretor Musical do Erzgebirgische Eduard-von-Winterstein-Theater de Annaberg
e Maestro Titular da Erzgebirgische Philharmonie Aue a partir da temporada 2026-2027.
É também diretor artístico do Ensemble Mediterrain e diretor artístico do Concurso Internacional de Música Júlio Cardona.
Bruno Borralhinho foi violoncelista da Orquestra Filarmónica de Dresden de 2007 a 2026.
Como maestro convidado, apresenta-se frequentemente com orquestras e conjuntos de renome tendo dirigido, por exemplo, a Orquestra Filarmónica de Dresden (DE), a Deutsches Kammerorchester Berlin (DE), a Berliner Symphoniker (DE), a Elbland Philharmonie Sachsen (DE), a Orquestra Sinfónica Portuguesa, a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, a Orquestra Metropolitana de Lisboa, a Orquestra do Algarve, a Orquestra Filarmónica Portuguesa, a Orquestra de Câmara Portuguesa, a Orquestra Clássica da Madeira, a Filharmonie Bohuslava Martinu (CZ), Orquestra de Câmara da Rádio da Roménia (RO), a Filarmonica Bacau (RO), a Orquesta de Cámara de Bellas Artes (MX), a Orquestra Sinfônica do Paraná (BR), a Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas (BR) ou a Orquestra Sinfónica de Guiyang (CN), e colaborado com solistas de prestígio internacional como Camilla Nylund, Sarah Maria Sun, Karolina Gumos, Adriane Queiroz, Lothar Odinius, Li Jian, Peter Bruns ou Javier Perianes.
A ópera e o teatro musical estão entre as suas grandes paixões: dirigiu produções de Donizetti (L'elisir d'amore, 2025), Boesmans (Julie, 2025), Mozart (Don Giovanni, 2023), Ravel (L'heure espagnole, 2022) e Puccini (Gianni Schicchi, 2018). Na presente temporada terá a seu cargo, entre outras coisas, a estreia mundial da opereta Schmetterling de Daniel Behle, uma nova produção de Der Freischütz de Weber e uma produção de Die Fledermaus de Strauss.
No âmbito da música contemporânea, Bruno Borralhinho dirigiu várias estreias absolutas e nacionais de obras de compositores como Donghoon Shin, Salvatore Sciarrino, Philipp Boesmans, Huayma Tulian, Radu Sinaci, Luís Tinoco, Carlos Azevedo ou Luís Cipriano.
Em 2022, a editora NAXOS lançou um CD inteiramente dedicado ao compositor Fernando Lopes-Graça, interpretado pela Orquestra Sinfónica Portuguesa dirigida por Bruno Borralhinho, obtendo excelentes críticas da imprensa internacional e do público em geral. Musicweb (EUA): "Esta bela gravação é obrigatória para qualquer pessoa interessada na música de Lopes-Graça mas outros também encontrarão muito para apreciar e admirar"; Das Orchester (DE): "Sob a direcção do maestro Bruno Borralhinho, a Orquestra Sinfónica Portuguesa floresce apaixonadamente"; Da Capo (PT): "Bruno Borralhinho soube promover com profundidade artística, sensibilidade editorial e direcção límpida, a produção criativa esquecida de um dos maiores compositores portugueses do século XX".
Em 2011 concluiu um Master de Gestão Cultural na Universitat Oberta de Catalunya (Barcelona) e no mesmo ano foi um dos convidados do Atelier for Young Festival Managers em Izmir (Turquia), organizado pela EFA - European Festivals Association. Obteve o grau de Doutor em Humanidades -História, Geografia e Arte- na Universidad Carlos III (Madrid) em 2020. A sua investigação e tese tiveram como tema as relações entre o poder e o campo da música erudita -dita "clássica"- em Portugal ao longo do século XX.
Nasceu na Covilhã, onde estudou na Escola Profissional de Artes da Beira Interior com o Prof. Luis Sá Pessoa (1995-2000) e com o Prof. Rogério Peixinho (1994-1995). Estudou entre 2000 e 2006 com o Prof. Markus Nyikos na Universität der Künste de Berlim, onde concluiu a Licenciatura e a Pós-Graduação (Solista) com as máximas classificações e, posteriormente, complementou a sua formação em Oslo com o violoncelista norueguês Truls Mørk (2006-2007). Bruno Borralhinho frequentou também Masterclasses com Natalia Gutman, Antonio Meneses, Pieter Wispelwey, Anner Bylsma, Jian Wang, Martin Ostertag, Martin Löhr, Márcio Carneiro e Thomas Demenga, e foi bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian entre 2001 e 2005.
Apresenta-se regularmente como solista com orquestra, em recitais a solo, com piano e de música de câmara, sendo importante destacar a interpretação integral das Suites para Violoncelo Solo de J. S. Bach com o violoncelo Montagnana que pertenceu a Guilhermina Suggia (2008), a integral da obra de Beethoven para violoncelo e piano com o Stradivari que pertenceu ao Rei D. Luís (2012) e a integral dos concertos de Haydn (2014, solista e direção). Orientou até ao presente Masterclasses em Portugal, Espanha, Brasil e Roménia.
Em 2018 Borralhinho gravou as sonatas de R. Strauss e Zemlinsky assim como canções de Mahler com o pianista Christoph Berner para a selo discográfico alemão ARS e, em 2016, a NAXOS lançou um CD dedicado à música portuguesa para violoncelo e orquestra, com Bruno Borralhinho como solista acompanhando pela Orquestra Gulbenkian (dir. Pedro Neves). Este álbum foi classificado como o melhor de 2016 por votantes de mais de 65 países nos 5 continentes do planeta, após votação pública internacional patrocinada pela The Violoncelo Foundation (Nova York/EUA). Em 2009 Bruno Borralhinho lançou o CD duplo "Pagina Esquecida", também inteiramente dedicado à música portuguesa, recebendo as melhores críticas na imprensa nacional e internacional.
Obteve o 1.º Prémio no Concurso de Instrumentos de Arco Júlio Cardona em 1999 e o 1.º lugar no Prémio Jovens Músicos, organizado pela RDP - Radio Difusão Portuguesa em 2001. Enquanto solista tocou acompanhado pela Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, Orquestra Metropolitana de Lisboa, Orquestra do Norte, Orquestra Clássica do Centro, Orquestra de Câmara Portuguesa, Orquestra Clássica do Sul, Orquestra Clássica da Madeira, Orquestra XXI, Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas e Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro de Brasília.
Bruno Borralhinho integrou a Orquestra de Jovens Gustav Mahler e a Orquestra Mundial das Juventudes Musicais, tendo ocupado o lugar de 1.º Violoncelo-Solista nesta última. Foi ainda membro da Academia da Staatskapelle Berlin entre 2004 e 2006, orquestra residente da Ópera Estatal de Berlim, e estagiário na DSO - Deutsches Symphonie Orchester Berlin em 2003.
Ao longo da sua carreira, tocou em algumas das mais importantes salas de concerto por toda a Europa, Rússia, Estados Unidos, Canadá, Coreia do Sul, Japão e América do Sul, e trabalhou igualmente com conceituados maestros como Claudio Abbado, Daniel Barenboim, Franz Welser-Möst, Kurt Masur, Christian Thielemann, Daniele Gatti, Marek Janowski, Kent Nagano, Herbert Blomstedt, Paavo Järvi e Andris Nelsons.
Autor: Bruno Borralhinho
Lançamento: Março de 2021
Idioma: Espanhol
Formato: Livro/eBook
Editora: Universo de Letras (Grupo Planeta)

Os diferentes regimes políticos em vigor em Portugal no século XX –Monarquia, Primeira República, Ditadura e Democracia– representaram mudanças determinantes na sociedade e nos processos sociocomunicativos em geral. O campo da música clássica não foi alheio a essas transformações e transições mais ou menos pacíficas e complexas. A partir da observação de casos concretos de instituições, pessoas ou acontecimentos considerados representativos e exemplares da dinâmica interrelacional, este trabalho realiza uma contextualização do setor musical nos diferentes âmbitos históricos e políticos do país ao longo do século passado.
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Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue,
Zsófia Szabó (Soprano).
Verdi, Puccini, Lopes-Graça, Mahler.
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Zsófia Szabó (Soprano).
Verdi, Puccini, Lopes-Graça, Mahler.
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue, Eduard-von-Winterstein-Theater,
Jasmin Solfaghari (Encenação).
Daniel Behle: Schmetterling.
ESTREIA ABSOLUTA
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue, Eduard-von-Winterstein-Theater,
Jasmin Solfaghari (Encenação).
Daniel Behle: Schmetterling.
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue.
Gluck, Boccherini, Mendelssohn, Grieg, Saint-Saëns, Dukas, Williams.
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue.
Gluck, Boccherini, Mendelssohn, Grieg, Saint-Saëns, Dukas, Williams.
Solista e Maestro, Orquestra Filarmonia das Beiras.
Haydn/Costanzi, Beethoven.
Música de câmara, Ensemble Mediterrain.
Bach/Sitkovetsky: Variações Goldberg.
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue, Eduard-von-Winterstein-Theater,
Jasmin Solfaghari (Encenação).
Daniel Behle: Schmetterling.
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Jasmin Solfaghari (Encenação).
Daniel Behle: Schmetterling.
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Jasmin Solfaghari (Encenação).
Daniel Behle: Schmetterling.
Maestro, Banda Sinfóncia de Mar del Plata
Mendelssohn, Bizet, Braga Santos, Tchaikovsky.
Maestro, Orquesta Sinfónica de Mar del Plata
Portugal, Wagner, Azevedo, Mozart.
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue.
J. Strass II, Viana da Mota, Freitas Branco, Freitas, Waldteufel, Granados, de Falla.
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue.
J. Strass II, Viana da Mota, Freitas Branco, Freitas, Waldteufel, Granados, de Falla.
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue.
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Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue.
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Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue.
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Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue.
Pärt, Suk, Rott, Bruckner.
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue.
Pärt, Suk, Rott, Bruckner.
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue, Eduard-von-Winterstein-Theater,
Andreas Rosar (Encenação).
J. Strauss: Die Fledermaus.
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue.
"Mission: Beethoven".
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue.
"Mission: Beethoven".
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue.
Gala "500 Jahre Bärenstein"
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue, Eduard-von-Winterstein-Theater,
Andreas Rosar (Encenação).
J. Strauss: Die Fledermaus.
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue,
Daniel Stabrawa (Violino).
Martines, Mozart, Mendelssohn.
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Daniel Stabrawa (Violino).
Martines, Mozart, Mendelssohn.
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue, Eduard-von-Winterstein-Theater,
Andreas Rosar (Encenação).
J. Strauss: Die Fledermaus.
Diretor Artístico e Presidente do Júri, Concurso Internacional de Música Júlio Cardona.
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue, Eduard-von-Winterstein-Theater,
Moritz Gogg (Encenação).
Weber: Der Freischütz.
ESTREIA
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue, Eduard-von-Winterstein-Theater,
Moritz Gogg (Encenação).
Weber: Der Freischütz.
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue,
Liya Wang (Piano).
Prokofiev, Beethoven.
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue, Eduard-von-Winterstein-Theater,
Andreas Rosar (Encenação).
J. Strauss: Die Fledermaus.
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue,
Liya Wang (Piano).
Prokofiev, Beethoven.
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue
Gala ETHOS
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue, Eduard-von-Winterstein-Theater,
Moritz Gogg (Encenação).
Weber: Der Freischütz.
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Moritz Gogg (Encenação).
Weber: Der Freischütz.
Maestro, Orquestra do Algarve.
Bizet, de Falla.
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue.
"Mission: Beethoven".
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue.
"Mission: Beethoven".
Maestro, Orquestra do Algarve,
Companhia Nacional de Bailado.
Ayres d'Abreu.
Maestro, Erzgebirgische Philharmonie Aue.
Lully, Haendel, Haydn.
Maestro, Orquestra do Algarve.
Gluck, Schubert.
Maestro, Orquestra do Algarve.
Britten.
Recital Violoncelo e Piano
Kateryna Titova (Piano).
Bach, Beethoven, Shostakovitch.
Maestro, Orquestra Metropolitana de Lisboa,
Claudio Bohórquez (Violoncelo).
Brahms, Freitas Branco.
Maestro, Orquestra Metropolitana de Lisboa,
José Pereira (Violino), Nuno Abreu e Luís Freitas da Cruz (Violoncelo).
Tschaikowsky, Brahms.
Maestro, Orquestra do Algarve.
Enescu, Caplet, Françaix.